Ao clarear da manhã. Ela sentia grandes calafrios,
sem entender ao certo, porque tornou-se bailarina.
Durante sua infância queria ser veterinária.
Hoje dança, a bela menina, para preencher o vazio
de lembranças quase esquecidas. Pobre pequena,
encanta-se com o pouco.
Mas o importante: Contenta-se com tudo.
Sempre tão pouco interessada em alegrar qualquer pessoa com seus atos.
Dança por motivação de vida. Desde criança, sofreu lutas em casa
e chorou até o que já não conseguia.
E sua história precisava de um final feliz, bom e encantador.
Sua presença em casa tornava-se quase que impossível.
Embalava-se ao som inconfundível de belos acordes instrumentais.
Ao entardecer, dançava sozinha em um parque um tanto vazio,
quando encontrou um companheiro de vida e de dança.
Encontraram-se em passos ligeiramente iguais.
Acrobáticos. Suaves, lentos e profundos.
Uma paixão que a permitiu sair de sua velha casa.
A alegria de viver, a fazia sorrir.
Todas as manhãs de sol, chuva ou qualquer coisa.
O porque de ser uma bailarina, nunca decifrou.
Mas a motivação pela dança, que estava em cada passo
e em cada coreografia realizada, a fazia não ter o que questionar.
Seu amor então se dividia em dois agora.
Aonde juntos desvendaram a cada dia o prazer de dançar e amar.
sem entender ao certo, porque tornou-se bailarina.
Durante sua infância queria ser veterinária.
Hoje dança, a bela menina, para preencher o vazio
de lembranças quase esquecidas. Pobre pequena,
encanta-se com o pouco.
Mas o importante: Contenta-se com tudo.
Sempre tão pouco interessada em alegrar qualquer pessoa com seus atos.
Dança por motivação de vida. Desde criança, sofreu lutas em casa
e chorou até o que já não conseguia.
E sua história precisava de um final feliz, bom e encantador.
Sua presença em casa tornava-se quase que impossível.
Embalava-se ao som inconfundível de belos acordes instrumentais.
Ao entardecer, dançava sozinha em um parque um tanto vazio,
quando encontrou um companheiro de vida e de dança.
Encontraram-se em passos ligeiramente iguais.
Acrobáticos. Suaves, lentos e profundos.
Uma paixão que a permitiu sair de sua velha casa.
A alegria de viver, a fazia sorrir.
Todas as manhãs de sol, chuva ou qualquer coisa.
O porque de ser uma bailarina, nunca decifrou.
Mas a motivação pela dança, que estava em cada passo
e em cada coreografia realizada, a fazia não ter o que questionar.
Seu amor então se dividia em dois agora.
Aonde juntos desvendaram a cada dia o prazer de dançar e amar.
FELIZ DIA DA DANÇA!!!
Drê Bark
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